Ana luisa e Pedro Henrique I Casamento na fazenda alto do pegado
ROLE PARA CONTINUAR
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O chão já estava escolhido antes mesmo da pergunta.
Uma fazenda onde a memória não é um fantasma do que passou.
É raiz. É um lugar que pulsa.
Afinal, a vida passa, mas o que fica é o que conseguimos guardar.
Como a amiga e celebrante Luiza disse, sem meias palavras: casar não é a linha de chegada. É disposição contínua.
É a decisão de ser âncora quando o silêncio dói no peito e quando o globo espelhado da festa cega os olhos.
É o suor misturado à poeira de uma pista que abraça o caos e não tem hora para acabar.
O amor não cresce num vácuo asséptico. Ele sobrevive no meio do ruído.
É ali, nesse tropeço diário, onde a rotina encontra a beleza e o ordinário vira extraordinário.
Memória é vida. Memória é afeto.
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