Filme de Casamento: Por Que Não É Só Registro, É Memória Viva
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Quando começa uma história?
Uma história de amor, começa como?
Com amigos no aeroporto, quando duas mochilas voam, amigos pulam o muro e se abraçam verdadeiramente?
Começam quando alguém decide sair do Rio com fome de mundo, atravessa a Austrália, encara o Camboja sem plano de saúde, quebra o braço e volta mais inteiro.
Começam quando Lisboa deixa de ser cidade de passagem e vira casa?
Amar, às vezes, é isso: atravessar.
No meio do caminho, amigos viram família.
Família vira porto.
E o que parecia temporário começa a criar raiz.
Ela carrega gentileza como quem carrega sobrenome.
Ele sempre foi o primeiro a abrir a trilha, mesmo de chinelo, mesmo sem saber exatamente o caminho.
Talvez por isso tenham se encontrado: dois corpos que entendem que amar não é espetáculo, é escolha.
E escolha diária.
No dia do casamento, mais de vinte pessoas cruzaram o oceano.
Não é pouca coisa.
Ninguém atravessa o mundo por algo raso.
Ali não havia performance.
Havia histórias.
Irmã dizendo que nunca soube viver sem a outra.
Amigos lembrando carnavais, improvisos, madrugadas.
Famílias que se misturam até não existir mais essa divisão.
E no meio disso tudo, uma verdade simples:
Amar exige coragem.
Segurar a mão quando o chão balança.
Voltar todos os dias para o mesmo lugar e não por obrigação, mas por escolha.
Eu não filmo casamentos para mostrar como foi.
Eu filmo para que, daqui a dez anos, vocês sintam de novo.
O riso atravessado.
A lágrima que veio sem pedir licença.
O jeito como alguém olha quando acha que ninguém está vendo.
Isso não é registro.
É memória respirando.
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