Tati & Rhenan: o amor que é escolha de todos os dias I Villa Fontana - Grupo Enfesta
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O Rhenan é tradicional. Enquanto os amigos juntavam primeiro e casavam depois, ele não fazia sentido em juntar pra comemorar depois. "Não faz sentido nenhum", dizia. A Tati entendeu, aceitou, e respondeu: "Então vamo casar logo".
E foi assim que começou a história desse casamento, com uma leveza que atravessa o filme inteiro. Porque a Tati foi quem fez o pedido de namoro, e o Rhenan, claro, ficou responsável pelo pedido de casamento.
O homem do número 42
Entre a correria de preparar tudo em menos de um ano, tem um detalhe que só o Rhenan conseguiria inventar. Ele só passa no radar a 42. Se bater 43, dá a volta e passa de novo. Aceita outros números, contanto que não sejam primos. E explica, com toda a seriedade: o 42 fica entre o 41 e o 43, que são primos. Dia bom se der 42, dia ruim se der número primo.
"Só Renan pra inventar isso", ri a Tati. E o amigo emenda: "Grava aí que a gente vai mandar pro psiquiatra".
É esse jeito único, entre o absurdo e a ternura, que faz o filme respirar leveza antes de chegar ao que importa.
O dia que chegou empoçado
No dia do casamento, chegaram ao local tudo empoçado. Pelo menos parou de chover. "Se ficar assim, já tá ótimo", disse o Rhenan. E o dia, apesar dos pesares, deu tudo certo, como lembrou quem celebrou: quando Deus sonha algo pra nossa vida, se estamos dispostos a corresponder, Ele faz o impossível acontecer.
Os votos: o amor é o que o amor faz
Chegou o momento que é o coração do filme. Os votos.
"Aprendi que o amor é o que o amor faz. Não apenas um sentimento passivo, mas uma escolha consciente e prática, ativa, diária. E nós escolhemos todos os dias permanecer e amar."
"O nosso amor é cheio de autenticidade e de liberdade de sermos exatamente quem quisermos ser. Mas, ao mesmo tempo, entendendo que amar também é abdicar, é segurar a mão, é estar junto, tanto nos momentos difíceis quanto nos de celebração."
"É lindo ver a sua dedicação para sonhar junto comigo, cuidando e zelando por esse amor. Obrigada por não apenas apoiar os meus sonhos, mas por transformar os meus nos nossos."
É isso que o filme guarda: não o cenário, não a previsão do tempo, mas a escolha. O amor que não é sentimento passivo, é decisão de todos os dias. De permanecer. De segurar a mão. De transformar os meus sonhos nos nossos.
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